Basta lembrar do ano de 2024 aqui no Brasil, que foi marcado pelas enchentes no Rio Grande do Sul, por inúmeros focos de incêndio na Amazônia, no Pantanal e no cerrado, e também pela seca que assolou a maior parte do território nacional, com impactos terríveis principalmente para a região Norte do país.
Nesse cenário, estamos frente a frente com uma discussão que é profunda e sem saídas fáceis: como a filantropia e a cultura de doação podem se organizar pra mitigar os efeitos das mudanças climáticas nos próximos anos?
Basta lembrar do ano de 2024 aqui no Brasil, que foi marcado pelas enchentes no Rio Grande do Sul, por inúmeros focos de incêndio na Amazônia, no Pantanal e no cerrado, e também pela seca que assolou a maior parte do território nacional, com impactos terríveis principalmente para a região Norte do país.
Nesse cenário, estamos frente a frente com uma discussão que é profunda e sem saídas fáceis: como a filantropia e a cultura de doação podem se organizar pra mitigar os efeitos das mudanças climáticas nos próximos anos?

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