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#114 – Cultura viva: do direito à resistência
O que faz a gente ser quem é? Para muita gente, a resposta mora na cultura: nas músicas, histórias, festas e espaços coletivos que moldam identidade e criam laços. Mas será que todo mundo tem as mesmas portas abertas para viver isso?

Neste episódio, a gente senta pra ouvir quem transforma a cultura em ferramenta de resistência. Juliana Gonçalves, jornalista, comunicadora e representante da Marcha das Mulheres Negras, e Ricardo Leal, psicólogo e músico que costura pontes entre terapia, arte e comunidade.

Eles contam como a cultura atravessou suas trajetórias e, por que, no Brasil, ainda é preciso defender o acesso à cultura como parte do cuidado coletivo. Da Marcha das Mulheres Negras aos projetos Bioma Comunicação Ancestral e o C de Cultura, a conversa mostra como espaços culturais viram espaços políticos, como a arte alimenta o bem viver, e por que redistribuir privilégios também passa por apoiar manifestações culturais.

O que faz a gente ser quem é? Para muita gente, a resposta mora na cultura: nas músicas, histórias, festas e espaços coletivos que moldam identidade e criam laços. Mas será que todo mundo tem as mesmas portas abertas para viver isso?

Neste episódio, a gente senta pra ouvir quem transforma a cultura em ferramenta de resistência. Juliana Gonçalves, jornalista, comunicadora e representante da Marcha das Mulheres Negras, e Ricardo Leal, psicólogo e músico que costura pontes entre terapia, arte e comunidade.

Eles contam como a cultura atravessou suas trajetórias e, por que, no Brasil, ainda é preciso defender o acesso à cultura como parte do cuidado coletivo. Da Marcha das Mulheres Negras aos projetos Bioma Comunicação Ancestral e o C de Cultura, a conversa mostra como espaços culturais viram espaços políticos, como a arte alimenta o bem viver, e por que redistribuir privilégios também passa por apoiar manifestações culturais.