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#116 – Trabalhar com propósito: as dores e delícias do impacto
O setor que luta por justiça social muitas vezes convive com suas próprias contradições: reproduzindo desigualdades dentro de si mesmo. Neste episódio, mergulhamos nesse paradoxo com duas vozes que vivem na pele esse desafio.

Bruna Tukamoto desmonta o mito da “minoria modelo” e revela como análises superficiais sobre diversidade escondem as complexidades das comunidades nipo-brasileiras. Daiany França traz a perspectiva de quem saiu das vivências comunitárias para conquistar espaço no universo dos grandes financiamentos sociais, mostrando que resistir não basta: é preciso reinventar as regras do jogo para transformar o campo social.

Falamos sobre tokenismo, jornadas exaustivas, condições precárias e as dores e delícias de trabalhar por um propósito em um sistema que ainda precisa olhar para si mesmo com mais honestidade. E é justamente dessa reflexão profunda que nasce a esperança: cada desafio enfrentado abre espaço para repensar práticas, fortalecer alianças e construir um terceiro setor mais justo, inclusivo e sustentável, onde o cuidado verdadeiro com as pessoas e as causas andam lado a lado com o reconhecimento das suas complexidades.

O setor que luta por justiça social muitas vezes convive com suas próprias contradições: reproduzindo desigualdades dentro de si mesmo. Neste episódio, mergulhamos nesse paradoxo com duas vozes que vivem na pele esse desafio.

Bruna Tukamoto desmonta o mito da “minoria modelo” e revela como análises superficiais sobre diversidade escondem as complexidades das comunidades nipo-brasileiras. Daiany França traz a perspectiva de quem saiu das vivências comunitárias para conquistar espaço no universo dos grandes financiamentos sociais, mostrando que resistir não basta: é preciso reinventar as regras do jogo para transformar o campo social.

Falamos sobre tokenismo, jornadas exaustivas, condições precárias e as dores e delícias de trabalhar por um propósito em um sistema que ainda precisa olhar para si mesmo com mais honestidade. E é justamente dessa reflexão profunda que nasce a esperança: cada desafio enfrentado abre espaço para repensar práticas, fortalecer alianças e construir um terceiro setor mais justo, inclusivo e sustentável, onde o cuidado verdadeiro com as pessoas e as causas andam lado a lado com o reconhecimento das suas complexidades.